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Gabi Xavier

Gabi Xavier

Brazilian digital content creator and YouTube personality with 1M+ followers, known for pop culture, anime, and entertainment commentary.

Aug 14, 2026

58:46
Querem ver as pessoas montando os dragões, querem ver os dragões agindo, em guerra, em luta, e aí fica tudo focado nisso, e aí o que era importante, que é o plot, acaba se perdendo.
58:56
Pode ser, mas eu acho que, por exemplo, é uma história sobre personagens fortes, independente de, do que eles vão mudar ou não em relação às fofocas do livro que inspirou a série, eu acho que são personagens que eles têm que ter, poxa, a Rhaenyra tinha que ter um poder, e eles pegaram o timeskip e colocaram uma Rhaenyra boazinha.
59:12
E pra ela ser boazinha, ela não tem defeito.
59:14
E pra não ter defeito, ela tá sempre sendo questionada pelos seus, é, aliados desde o começo.
59:19
Ela tá sem-- ela tem sempre que mostrar uma fragilidade, que eu acho legal, existe uma fragilidade, mas é, parece que foi só isso.
59:25
E assim, a Mads se salva em atuação, maravilhoso, em tudo que apresenta.
59:29
Mas a personagem em si demora pra entregar, entendeu? Então eu acho que isso enfraqueceu um pouquinho, não só ela como outros.

19 MINS LATER

78:17
Tá.
51:55
E, e não tá agradando, Gabi?
51:57
Não, as pessoas tão reclamando bastante que o live action ele tá sendo extremamente ore-- é, parecido com a animação original, com o filme original, né, da, da Disney mesmo, o cartoon e tal, com as mesmas músicas, que não trouxe nenhuma originalidade.
52:13
Então é a mesma experiência do desenho, porém abaixo, porque tem um pouquinho ali de problema, segundo as pessoas estão trazendo aí de reclamações, que os efeitos visuais não tão com tanta qualidade.
52:24
Então é como se não tivesse um propósito, um porquê disso existir.
52:28
E porque tem 10 anos apenas do lançamento do original.
52:31
Então por que fazer tanto? Que a Disney tá caçando muito aí, é, dinheiro, o que não é novidade, eu imagino.
52:37
Mas as pessoas vieram criticar bastante o porquê da existência, a proposta e o lançamento tão precoce, digamos assim, de Moana, pelo menos numa entrega que parece, segundo as, a maioria das críticas e comentários até mesmo de espectadores, algo que não foi feito com tanto cuidado.

5 MINS LATER

58:01
É.
103:16
É.
103:16
Então vai ter um pouquinho mais desse estilo atualizado prum futuro distópico, mas não é algo que, assim, nunca f-- que nunca foi feito também, né? Porque, por exemplo, é, até adiantando um pouco, a gente vai ter, esse sai em outubro, ou seja, na temporada de outono referente ao Japão, então ainda nesse ano, mas antes disso, agora em julho, no dia 7 já, a gente tem uma outra história, que também é de um futuro distópico, também entra um pouco nessa pegada cyberpunk, prótese e tudo mais, que é um remake de Ghost in the Shell, que é um grande clássico-

25 MINS LATER

128:56
Sim
128:56
...mostrar pra pessoa pensar.
128:57
Tem pessoas que vão dizer que é o final que elas sabem e você não? Tem, aí tudo bem, vale a crítica.
129:02
Mas tem gente que só usa o, o clique, né, porque infelizmente a gente tem que trabalhar com o clique.
129:07
É, pra poder chegar e falar: "Na verdade, no fim, pense por você, porém olha o que tivemos".
129:12
Mas, mas ainda assim é um sintoma, né? É um sintoma.
70:16
Sim.
70:17
É, não só a questão, é, visual, eu acho que Game of Thrones trazia muita quebra de expectativa em roteiro, de matar pessoas que a gente sentia um afeto.
70:27
Então isso [risos] surpreendia muito mais do que a parte ali de construção, porque eu acho que Game of Thrones, em sua maior parte, assim, ele, ele conseguia fazer, a série conseguia fazer com que essas coisas, que fosse sexual, que fosse de violência física ou até psicológica, é, fosse coerente internamente.
70:45
Então parece que aquele universo, ele é brutal.
70:48
Então não era nem só uma brutalidade estética por choque, assim, da, da, do visual.
70:55
Parecia que aquilo fazia sentido lá dentro, então em nenhum momento eu estranhava, porque eu já entendi que aquele mundo é absurdamente chocante.
71:02
Então eu-

10 MINS LATER

80:35
[risos]
69:02
E Gabi, cê acha que essa, essa, esse gradiente, essa evolução, no caso, não funcionou na série até essa última temporada? É mais ou menos isso que cê acha que desanimou a galera?
69:11
Não, o que desanimou, eu acho, as pessoas, foi o que acontece com muitos outros animes que a gente chama de filler, né, que tem-- o anime ele acabou enrolando em algumas partes.
69:22
É, teve alguns arcos que não foram talvez tão interessantes em relação a entretenimento, já que é um anime que ele apresenta desde o início a proposta de lutas, apesar desse desenvolvimento que é muito interessante da sociedade de heróis como um todo.
69:33
Eu acho que as pessoas foram dando uma cansadinha de alguns arcos que não foram tão, é, sensacionais assim no lado mais de entretenimento mesmo.
69:42
Mas assim, uma coisa que é muito interessante, que foi crescendo e foi a grande conclusão narrativa de, de My Hero, que eu acho que trouxe o grande destaque pro final, é que não é só a sociedade falando sobre super-heróis, é sobre também a disfunção deles.
69:58
Não estilo The Boys, mas uma coisa que às vezes esses super-heróis não são tão como o personagem protagonista e o All Might tão altruístas assim.
70:08
Às vezes é só uma questão de trabalho.
72:26
Você citou The Boys, né, como é que cê vê essa diferença cultural aí, se é que ela existe pra você?

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