Armindo MonteiroGuest
Hermano RodriguesGuest
Paulo FerreiraHost
José RoqueGuest
É, Armindo Monteiro, é, há, há pouco, há pouco o Herman já, já referiu este tema ao televe.

A CIP tem defendido que, de facto, que o problema de Portugal não é tanto a falta de estratégias, mas sim a dificuldade de executá-las, a-- passar da ação à prática, não é? Isto é, por mais meios e recursos, é, adequados que tenhamos, pois é preciso, é preciso pô-los, é, no fundo, alinhados, é, na, na, numa boa execução.

É, olhando pra administração pública, que reforma concreta é que acha que teria hoje maior impacto na competitividade das empresas?

Porque, de facto, é, é, o que o, o, o Herman Rodrigues referiu, estou totalmente de acordo.

É que o desafio hoje em Portugal não é apenas económico, é claramente institucional.

É esta capacidade que nós temos em Portugal de querermos, é, olhar pra este ponto e resolvê-lo, porque não há vários pontos que nós identificamos, fazemos o diagnóstico, mas não queremos manifestamente resolvê-lo. E este ponto, se nós não resolvermos, vamos continuar a ter nos relatórios, é, sejam internacionais, sejam nacionais, dizer que a economia portuguesa cresceu, por exemplo, é, um ponto cinco E, e depois aquela frase sempre terrível que é abaixo do seu potencial.

Ora, sendo abaixo do seu potencial, significa que não estamos a fazer tudo aquilo que nós podemos fazer para realmente crescer ao nível daquilo que podemos e, e merecemos, é, crescer.

É, para isso, nós precisamos de colocar o desafio como absolutamente prioritário.

E nesta questão da industrialização, nós estamos a acordar, temos a ter aquilo que alguns dizem um violento despertar, que é percebermos que o facto de nós, não apenas Portugal, mas a Europa, colocarmos a fábrica do outro lado do mundo, não foi talvez a melhor solução.

Foi durante algum tempo, fomos eficientes em termos de custo, mas há outras variáveis que hoje são igualmente importantes.

Hoje, na logística, temos o transporte, temos a promoção do próprio produto e temos naturalmente a fase de entrega, que não é bem o transporte, é como é que fazemos a entrega.

E tudo isso, onde também está o transporte, mas não é só o transporte, portanto uma logística eficiente, que também requer, é, uma, um, u-uma rede, é, eficiente.

E nós, por exemplo, temos uma eficiente que é a rodoviária, mas, mas para aí.

E quando falamos de indústria, é, naturalmente que há, há produtos que são eficientes se houver um custo de transporte baixo e esse a ferrovia poderia resolver.

Por isso, hoje, pensar uma política industrial em Portugal, na Europa, articulada, requer olharmos pra variáveis que são variáveis que até agora nós não construímos.

É, Armindo Monteiro, é, há, há pouco, há pouco o Herman já, já referiu este tema ao televe.

A CIP tem defendido que, de facto, que o problema de Portugal não é tanto a falta de estratégias, mas sim a dificuldade de executá-las, a-- passar da ação à prática, não é? Isto é, por mais meios e recursos, é, adequados que tenhamos, pois é preciso, é preciso pô-los, é, no fundo, alinhados, é, na, na, numa boa execução.

É, olhando pra administração pública, que reforma concreta é que acha que teria hoje maior impacto na competitividade das empresas?

Porque, de facto, é, é, o que o, o, o Herman Rodrigues referiu, estou totalmente de acordo.

É que o desafio hoje em Portugal não é apenas económico, é claramente institucional.

É esta capacidade que nós temos em Portugal de querermos, é, olhar pra este ponto e resolvê-lo, porque não há vários pontos que nós identificamos, fazemos o diagnóstico, mas não queremos manifestamente resolvê-lo. E este ponto, se nós não resolvermos, vamos continuar a ter nos relatórios, é, sejam internacionais, sejam nacionais, dizer que a economia portuguesa cresceu, por exemplo, é, um ponto cinco E, e depois aquela frase sempre terrível que é abaixo do seu potencial.

Ora, sendo abaixo do seu potencial, significa que não estamos a fazer tudo aquilo que nós podemos fazer para realmente crescer ao nível daquilo que podemos e, e merecemos, é, crescer.

É, para isso, nós precisamos de colocar o desafio como absolutamente prioritário.

E nesta questão da industrialização, nós estamos a acordar, temos a ter aquilo que alguns dizem um violento despertar, que é percebermos que o facto de nós, não apenas Portugal, mas a Europa, colocarmos a fábrica do outro lado do mundo, não foi talvez a melhor solução.

Foi durante algum tempo, fomos eficientes em termos de custo, mas há outras variáveis que hoje são igualmente importantes.

Hoje, na logística, temos o transporte, temos a promoção do próprio produto e temos naturalmente a fase de entrega, que não é bem o transporte, é como é que fazemos a entrega.

E tudo isso, onde também está o transporte, mas não é só o transporte, portanto uma logística eficiente, que também requer, é, uma, um, u-uma rede, é, eficiente.

E nós, por exemplo, temos uma eficiente que é a rodoviária, mas, mas para aí.

E quando falamos de indústria, é, naturalmente que há, há produtos que são eficientes se houver um custo de transporte baixo e esse a ferrovia poderia resolver.

Por isso, hoje, pensar uma política industrial em Portugal, na Europa, articulada, requer olharmos pra variáveis que são variáveis que até agora nós não construímos.
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