Jun 30, 2026 · 17 min · 8 segments
Neste episódio do INESC TEC Science Bits falamos sobre Engenharia e Gestão de Sistemas, com Beatriz Oliveira, Investigadora do INESC TEC e docente na Faculdade de Engenharia da Universidade do…
Beatriz OliveiraGuestScience Beats HostHostComeço por te perguntar como é que foi o teu primeiro contacto com o mundo da investigação e, em particular, com a engenharia gestão de sistemas?

E falando do meu primeiro contacto, tem alguma graça, porque a minha formação é em engenharia gestão industrial e, claro que, durante a minha formação, fui desenvolvendo algum interesse, especialmente, por problemas reais de decisão.

de investigação operacional, métodos quantitativos de apoio à decisão, sempre tive esse interesse.

E depois, ainda na dissertação de mestrado, tive a oportunidade de trabalhar no Inesctec, num projeto com uma empresa portuguesa, portanto, um projeto aplicado, consultoria, numa empresa de renta-car, num problema de gestão de frota.

E foi um bocadinho por aí que começou o meu caminho, portanto começou no Inescotec.

E foi engraçado porque deu uma oportunidade de trabalhar com um problema real de uma empresa, consegui perceber que tudo aquilo que uma pessoa aprende na teoria, na formação, na parte dos modelos e assim quando trabalhamos na realidade é que percebemos que de facto os modelos são representações e simplificações da realidade que têm de existir essas simplificações, são muito importantes mas que é importante quando estamos a desenvolver os nossos métodos nós termos esta noção e incluirmos nos modelos esta complexidade que vemos na realidade.

E acho que o desafio da engenharia de gestão de sistemas está muito aí, em como representar estes sistemas complexos de uma forma que os consigamos modelar, que os consigamos desenvolver métodos que ajudem a tomar decisões para esses sistemas, mas não perdendo este elemento de serem... serem problemas vivos, modelos vivos com complexidades, com incerteza, com pessoas, como transformar isso em métodos quantitativos de apoio à decisão, quantitativos e qualitativos de apoio à decisão.

Eu depois, entretanto, saí para fora da academia, estive a trabalhar numa consultora como analista, mas ficou-me aquele bichinho de ir a fundo dos problemas, conseguir representá-los e resolver os problemas complexos de uma forma mais aprofundada.

E, portanto, depois o meu trabalho foi nos doutramentos e depois a seguir acabou por se desenvolver nessa área, sempre olhando para a complexidade dos sistemas, em especial na parte da mobilidade.
Começo por te perguntar como é que foi o teu primeiro contacto com o mundo da investigação e, em particular, com a engenharia gestão de sistemas?

E falando do meu primeiro contacto, tem alguma graça, porque a minha formação é em engenharia gestão industrial e, claro que, durante a minha formação, fui desenvolvendo algum interesse, especialmente, por problemas reais de decisão.

de investigação operacional, métodos quantitativos de apoio à decisão, sempre tive esse interesse.

E depois, ainda na dissertação de mestrado, tive a oportunidade de trabalhar no Inesctec, num projeto com uma empresa portuguesa, portanto, um projeto aplicado, consultoria, numa empresa de renta-car, num problema de gestão de frota.

E foi um bocadinho por aí que começou o meu caminho, portanto começou no Inescotec.

E foi engraçado porque deu uma oportunidade de trabalhar com um problema real de uma empresa, consegui perceber que tudo aquilo que uma pessoa aprende na teoria, na formação, na parte dos modelos e assim quando trabalhamos na realidade é que percebemos que de facto os modelos são representações e simplificações da realidade que têm de existir essas simplificações, são muito importantes mas que é importante quando estamos a desenvolver os nossos métodos nós termos esta noção e incluirmos nos modelos esta complexidade que vemos na realidade.

E acho que o desafio da engenharia de gestão de sistemas está muito aí, em como representar estes sistemas complexos de uma forma que os consigamos modelar, que os consigamos desenvolver métodos que ajudem a tomar decisões para esses sistemas, mas não perdendo este elemento de serem... serem problemas vivos, modelos vivos com complexidades, com incerteza, com pessoas, como transformar isso em métodos quantitativos de apoio à decisão, quantitativos e qualitativos de apoio à decisão.

Eu depois, entretanto, saí para fora da academia, estive a trabalhar numa consultora como analista, mas ficou-me aquele bichinho de ir a fundo dos problemas, conseguir representá-los e resolver os problemas complexos de uma forma mais aprofundada.

E, portanto, depois o meu trabalho foi nos doutramentos e depois a seguir acabou por se desenvolver nessa área, sempre olhando para a complexidade dos sistemas, em especial na parte da mobilidade.
The rest of this transcript — segmented and speaker-labeled, so you land on the exact moment something was said
Search every transcript — by keyword, by phrase, or by meaning, across every show Radar indexes
Trends — what is surging across podcasts, measured against its own baseline
Alerts — when a name you follow appears in a newly indexed episode
No account is needed to search Radar.