Oct 22, 2026 · 12 min · 7 segments
A Austen, que vai afetar as ilhas britânicas e França, só nos traz vento e ondas. A rara Josephine passa apenas pelos Açores. Depois do frio, ven calor e no fim do mês chuva, aguaceiros e chuviscos…
Filomena MartinsRitaHost
O Atlântico está agitado e não é só com uma, mas com duas tempestades a merecer atenção, porque a Austin juntou-se a Josephine.
Parece um bom casamento.

Olha, uma traz-nos agitação marítima e uns chuviscos, a outra vai trazer mau tempo aos Açores.

Mas Portugal continua a viver um contraste curioso, que são madrugadas quase inverno, seguidas de tarde, primaveris.

E depois haverá nova reviravolta, está aqui a notícia, porque no final do mês a chuva deve regressar com força.
Até porque até agora não tivemos grande chuva.
Por onde começamos, então?

Está a intensificar-se muito depressa no Atlântico, no tal processo de ciclogênese explosiva, que está a ser favorecido pela corrente do jato polar.
podia ser, desculpa, à parte, é um bom título para uma banda de rock, ciclogênese explosiva.
Tenta!

Tenta! Os efeitos mais fortes deverão atingir as Ilhas Britânicas e o norte de França, mas também a costa norte de Espanha.


Em Portugal os efeitos são menos intensos, mas também haverá vento, o mar também vai ficar bastante agitado, o IPMA já tem seis distritos sob a vista amarela, vendo Castelo Braga, Porto Aveiro com Embrileria, portanto nada de passear junto à praia, e entre as, pelo menos ali entre as 10 da manhã e as 10 da noite, estão previstas ondas de 4 a 5 metros, que depois isoladas podem atingir alturas ainda maiores.

Há aqui uma particularidade, o mar agrava-se quando a chuva e o vento já estão a diminuir em terra, porque com a ondulação gerada pelos tempos estados, viaja milhares de quilómetros pelo Atlântico e chega depois.

Quanto à chuva, esta quinta-feira ainda deve-se concentrar-se, sobretudo no Noroeste, com mais probabilidade de acontecer ali na zona de venda do Castelo de Braga e Porto, Durante a noite e a madrugada de sexta-feira, uma frente, uma outra frente desta tempestade, pode avançar também pelo norte e centro, perdendo intensidade à medida que se desloca para o sul.

Portanto, haverá uma precipitação fraca, que pode até chegar aqui à região de Lisboa, mas já há muito pouco intenso.

Sábado e domingo, a tendência é de tempo mais seco, pelo menos em grande parte do continente.

Sim, e aos Açores, porque a Josephine nasceu como tempestade subtropical, mas pode transformar-se numa depressão extratropical muito intensa.

Isto não é normal, a sucessão não costuma ser essa, às vezes acontece, porque mudar de classificação não significa perder força.

A Josephine poderá apresentar até eventos com força de furacão durante esta transformação.

O Atlântico está agitado e não é só com uma, mas com duas tempestades a merecer atenção, porque a Austin juntou-se a Josephine.
Parece um bom casamento.

Olha, uma traz-nos agitação marítima e uns chuviscos, a outra vai trazer mau tempo aos Açores.

Mas Portugal continua a viver um contraste curioso, que são madrugadas quase inverno, seguidas de tarde, primaveris.

E depois haverá nova reviravolta, está aqui a notícia, porque no final do mês a chuva deve regressar com força.
Até porque até agora não tivemos grande chuva.
Por onde começamos, então?

Está a intensificar-se muito depressa no Atlântico, no tal processo de ciclogênese explosiva, que está a ser favorecido pela corrente do jato polar.
podia ser, desculpa, à parte, é um bom título para uma banda de rock, ciclogênese explosiva.
Tenta!

Tenta! Os efeitos mais fortes deverão atingir as Ilhas Britânicas e o norte de França, mas também a costa norte de Espanha.


Em Portugal os efeitos são menos intensos, mas também haverá vento, o mar também vai ficar bastante agitado, o IPMA já tem seis distritos sob a vista amarela, vendo Castelo Braga, Porto Aveiro com Embrileria, portanto nada de passear junto à praia, e entre as, pelo menos ali entre as 10 da manhã e as 10 da noite, estão previstas ondas de 4 a 5 metros, que depois isoladas podem atingir alturas ainda maiores.

Há aqui uma particularidade, o mar agrava-se quando a chuva e o vento já estão a diminuir em terra, porque com a ondulação gerada pelos tempos estados, viaja milhares de quilómetros pelo Atlântico e chega depois.

Quanto à chuva, esta quinta-feira ainda deve-se concentrar-se, sobretudo no Noroeste, com mais probabilidade de acontecer ali na zona de venda do Castelo de Braga e Porto, Durante a noite e a madrugada de sexta-feira, uma frente, uma outra frente desta tempestade, pode avançar também pelo norte e centro, perdendo intensidade à medida que se desloca para o sul.

Portanto, haverá uma precipitação fraca, que pode até chegar aqui à região de Lisboa, mas já há muito pouco intenso.

Sábado e domingo, a tendência é de tempo mais seco, pelo menos em grande parte do continente.

Sim, e aos Açores, porque a Josephine nasceu como tempestade subtropical, mas pode transformar-se numa depressão extratropical muito intensa.

Isto não é normal, a sucessão não costuma ser essa, às vezes acontece, porque mudar de classificação não significa perder força.

A Josephine poderá apresentar até eventos com força de furacão durante esta transformação.
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